E tem mais cozinha no blog! Bolo integral de maçã, mel e frutos secos. Nham nham

E não é que tenho andado inspirada na cozinha? ;-O bolo!)

Esta receita veio em uma das caixas-surpresa Fuud, mas não tinha tido tempo de fazer. Aproveitando o dia dos namorados aqui no Chile, e a onda de vontade de colocar o umbigo no fogão, resolví fazer o bolo.

Ingredientes

1 xícara de maçã em calda, picada em cubinhos
200 g de mel
1 cl de chá de mix de especiarias (cravo, canela, cardamomo)
1 xícara de frutas secas picadas
1 1/2 x de óleo (usei de milho)
1/4  x de manteiga derretida
3/4 x de açúcar demerara ou cristal
1 1/2 colher de café solúvel dissolvido em um pouco de água morna
1 1/4 x de farinha de trigo integral
1 colher de fermento
1 1/2 x de nozes ou amêndoas picadas
1 x de aveira em flocos

IMG_1432Bater em um processador a manteiga derretida, o mel, as maçãs, os ovos, óleo e os temperos. Processar até obter um creme (as maçãs se mantém em pedaçinhos). Incoporar o café

Em um bowl, misturar a farinha, fermento, aveia e juntar o conteúdo do processador. Mexer até ficar homogêneo, com uma colher mesmo. Por último, adicionar os frutos secos e as amêndoas ou nozes picadas ou moídas (usei picadas).

Untar uma forma com furo no meio com manteiga e farinha, colocar a mistura e levar a forno médio (cerca de 160 graus) por cerca de 40 minutos, ou até estar assado de acordo com o teste do palito.

Esperar esfriar para desenformar e, decorar com glacê de laranja (1x de açucar de confeiteiro e 2 cls de suco de laranja).

Se recomenda deixar o bolo descansar alguns dias, para a especiarias ‘liberarem seu sabor’, mas não rolou… rsss

Eu não sou fã de doce DOCE, e confesso que achei o bolo um pouco doce pro meu paladar. Nada que estrague o sabor, mas para mim, ficou doce. De repente, é uma boa reduzir a quantidade de açucar…

No resto, ficou muito bom!

=)

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Cozinhando…. Tomaticán

TomaticánSempre que estou em um país novo, nova cultura, faço questão de provar o máximo de pratos típicos quanto seja possível, dentro dos meus limites, obvio. Tipo, nunca, jamais, em hipótese alguma vou comer gafanhoto, besouro, barata se for a Ásia assim como não como os mariscos esquisitos (e deliciosos, dizem) daqui do Chile.

E depois de quase dois anos por aqui, já consegui experimentar quase tudo e eleger meus favoritos. Este aqui, o Tomaticán, é um clássico chileno, leve e muito fácil de  fazer . É como um guiso, feito com cebola, tomte, carne e milho verde.

Normalmente se usa carne picada, mas como eu tinha um restinho de carne moída na geladeira, foi ela mesma.

Você vai precisar de:

Ingredientes
2 cebolas picadinhas
250 g de carne cortada em tirinhas
2 xícaras de milho verde
4 tomates
Sal, pimenta do reino, orégano

Aqueça num frigideira, um pouco de azeite e doure a carne. Acrescente a cebola e deixe cozinhar.
Assim que ficar molinha, quase transparente, acrescente o tomate, os temperos e tampe a frigideira em fogo baixo, deixando o tomate cozinhar até amolecer (mais ou menos 10 minutos).

Acrescente o milho, deixe amolecer um pouco (com a panela tampada, para não perder o caldo) e, voilá!

Ah sim, existe a versão vegetariana, sem carne!

Sirva em prato fundo, com torradinhas!

 

=)

Aniversário e viagem ao Norte…

Recém chegando do Brasil, aniversário à vista e, desejo antigo, fazer uma viagem surpresa por aqui, para conhecer um pouco mais deste país tão rico e cheio de paisagens lindas para explorar.

Dessa vez, o destino era surpresa. Amore só me disse para arrumar as malas, a temperatura média de onde estaríamos e… SURPRESA!  =)

Chegamos no aeroporto e, nosso destino era La Serena, ao norte do Chile, na região conhecida pelo Valle del Elqui. O Vale, é o centro da produção de Papayas (aquela fruta esquisita, que parece um maracujá, mas não é), nozes pecã, uvas para Pisco e, sediar alguns dos observatórios comerciais mais legais do Chile. Ah, sim, também é o berço da poetisa Gabriela Mistral, e vários sítios arqueológicos.

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Seguimos direto para Vicuña, fazer reserva no observatório e conhecer um pouco da cultura da região. Em Vicuña há uma série de restaurantes solares, em que não há forno ou fogão. Tudo é preparado dentro de containers com painéis solares. Sim, tudo é feito ao sol. Pães, arroz, assados, sobremesa, tudo ao sol. O cardápio do restaurante que fomos era fixo e a gente podia escolher entre cabrito, salmão, frango ou perú; purê de batatas ou arroz e salada ou sopa. De sobremesa, compota de papaya ou leche asada.

IMG_7846A Cidade de Vicuña parece um vilarejo saido de um filme antigo mexicano: Ruas estreitas com casinhas de um pavimento, quadradinhas e sem telhado aparente, praçinhas, três museus (!!!), cafés, feirinhas de artesanato – uma graçinha! A municipalidade e a igreja ficam no centro da cidade e, ostentam os pontos mais altos da mesma: A torre Bauer (símbolo da cidade, construida em 1905 pelo então prefeito, em homenagem à sua ancestralidade alemã, é toda de madeira!) e a torre da igreja. A cidade também é toda decorada com motivos rúnicos e os moradores têm muito orgulho de seu sítio arqueológico, com construções maias e muita pintura ruprestre – mas isso vai ficar para um próximo passeio, se Deus quiser, no verão!

Vicuña também é conhecida como Capital de las Estrellas, por seu céu sempre limpo de poluição e poucas chuvas, facilitando o avistamento dos corpos celestes. São 12 observatórios só no vale, com programação extensa, 356 dias ao ano, para todos os gostos, objetivos e bolsos – a chamada Ruta de las Estrellas .

Escolhemos o Observatório Turistico Mamalluca, o mais perto da cidade e com melhor custo x benefício.

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Tivemos uma aula básica de astronomia, um vídeo sobre a formação das galáxias e finalmente, a observação de estrelas. Super legal, os visitantes são divididos em grupos e, cada grupinho vai para um mega-power telescópio. Como escolhemo uma noite de lua cheia, não rolou de vermos a via láctea, distintos planetas ou constelações, ma vimos a Lua, beeem de pertinho, linda de viver, com suas crateras e brilho maravilhoso. Experiência incrível. Ficamos cerca de 2h nos telescópios, depois assistimos a uma apresentação de um grupo musical e, as 22h, rumamos para La Serena, capital da IV região do Chile.

Tiramos o dia de sábado para explorar La Serena e sua cidade gêmea, Coquimbo (aliás, e quase impossível dizer onde termina uma e começa a outra). Cidade praiana, linda, com cara de Califórnia (areia escura, marolas, muitos restaurantezinhos de sandubas, sucos e empanadas no calçadão da praia e restaurantes transados e vida noturna no outro lado). Seguimos pela Avenida Del Mar até de um ponto ao outro.

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Chegando em Coquimbo, temos a maior mesquita da América do Sul, um mercado central de botar inveja no de Santiago, a Cruz del III Milenio (uma basilica em formato de cruz, com 93m de altura, com zilhões de degraus e muitas esculturas lindas), o Forte de Coquimbo e el Faro del Torruga. O Forte, uma das minhas construções favoritas no Chile.

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O Fuerte Lambert, datado de 1865:

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Saindo do forte, fomos de volta a Cidade, comer, fazer compras e se preparar para o tour do dia seguinte.

Resolvemos então, ir para o outro lado de La Serena, em direção ao Norte, visitamos o Farol de La Serena, alguns Parques (com feirinha de comidas e programação extensa e gratuita para o dia das crianças) e o Jardim Japonês. Depois demos uma volta pelo centro da cidade, conhecendo a arquitetura local, visitando  feira de artesanato e depois, voltamos a Coquimbo, para uma ultima visita ao Faro de la Tortuga.

 

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Resumo da ópera, foi um fim de semana maravilhoso e, é um lugar para se passar no mínimo 4 dias inteiros. Dois no Valle e dois nas cidades irmãs, com tempo para visitar o Cassino de Coquimbo.

A LAN e a Sky tem voos diarios para lá, e o vôo dura entre 40 e 50minutos, ou seja, super tranquilos!

Então.. foi isso! Feliz aniversário para mim!!!

=D

Há atividade na cozinha II *Batatas do sul do Chile*

ImageUma das coisas mais legais em morar num outro país é ter acesso a uma diversidade de produtos que nem sequer imaginávamos que existiam! Temperos, frutas, legumes, sem mencionar os pratos típicos, claro.

Aqui no Chile, digo que cada ida ao mercado é uma experiência distinta.

Ainda não tive saco de ir à Vega (mercado central onde se reúnem feirantes do Chile, Perú e norte da Argentina) onde, dizem, é possível encontrar de tudo um pouco.  😉

Mas, uma ida à vendinha local, ou a um bom supermercado já apresenta muitas novidades!

Dessa vez resolví experimentar as batatas do sul do Chile.

Bom, aparências à parte, elas são uma delícia!

Comprei 3 (achei que eram 4, mas no fim duas eram da mesma “raça”. Overa, Michuñe negra e michuñe roja.

Cozinhei as três, com um pouquinho de sal, e vamos ao veredicto rsss

Michuñe Roja – por fora lembra a batata doce, casca rosada, tem o sabor levemente adocicado, mas a consistência aguada. É a mais usada aqui para fazer doces e servir em saladas, cozidas. Não me agradou muito, não, ainda prefiro a camote, ou batata-doce tradicional.

Michuñe Negra – Na boa, uma das coisas mais feias que já ví na vida. Mesmo. A Ciça disse que parece cocô e, na boa, não dá para discordar, não. Mas… Acabou se tornando a minha favorita das três! Seu sabor lembra alcachofra, mas com textura de batata inglesa. Quando se corta, é algo indescritível, pois é toda amarela pintada de roxo e, quando cozida, fica toda roxa, ou seja, não rola de servir um purê de batatas roxas, please. É mais utilizada para fritar, salada e, para os fortes, purê! 😉

Por último, a Overa – A mais bonitinha, também com leve gosto de alcachofra, não chega a ser uma batata arenosa, mas também não prestou para purê. Gostosa demais, é amarela, com um círculo de pitinhas roxas junto à casca e algumas outras espalhadas pela polpa.

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Depois, lembrei que já havia experimentado todas elas como chips, e JURAVA que havia comido abobrinha rsss

Enfim, cada dia é uma coisa a mais que aprendemos, o que faz desse período longe de casa altamente produtivo!

 

Os Chips!

Os Chips!!! Michuñe, michuñe negra y overa.

 

Inté!

 

 

Cumpleaños Feliz…

Pára tudo!!!

Fomos a uma festinha de aniversário de um amiguinho chileno da Ciça.

Para nós, que estamos acostumados com festa em buffet, decoração magistral, animadores, salgadinhos fritos e assados e sabe-se lá mais o quê, ir a um aniversário aqui faz com que a gente revise os nossos conceitos.

Os cumple Chilenos não têm nada de ostentação, geralmente são em casa, com um bolo normal, e, no máximo, descartáveis e balões com o tema da festa. Os mais elaborados (geralmente de estrangeiros), até contam com animadores (que dão aula de zumba, fazem coreografias e pintura no rosto), mas em geral é o básico: crianças correndo, sendo crianças, brincando de pique, bola, derrubando a piñata e tá tudo ótimo. A Ciça ADOROU, diga-se de passagem, viu?

As comidinhas são um caso à parte: salgadinhos de pacote (tipo Ruffle’s, Cheetos, Doritos), biscoitos recheados, queques (bolinhos tipo Ana Maria) e, dependendo do horário da festa, rola uma pizza ou cachorr0-quente. Com creme de palta, lógico. Tudo super simples e, super divertido. Depois tem o parabéns, com um bolo normal, de supermercado (deliciosos, sempre), mas raramente decorado com pasta americana ou confeitos. Depois tem a piñata e, de lembrançinha, as sacolinhas cheias de guloseimas. Pronto.

Os aniversários mais “concorridos”, claro, são os nossos brazucas. As crianças nem ligam tanto, mas ver os adultos correndo atrás de coxinha de galinha, mini quibe e brigadeiro é, no mínimo, curioso – atire a primeira pedra quem nunca, morando fora do país, correu atrás de salgadinho, vai… rss

Enfim, mais uma coisa para pensar e refletir… Estamos tão acostumados a ostentar e a valorizar o evento em sí que, esquecemos que o que as crianças mais curtem é, se divertir.

😉

Ps. Aqui não se bate palmas na hora dos parabéns e, a música é cantada num ritmo lento, meio triste, na verdade.

Comendo fora…

Uma das coisas mais gostosas para se fazer por aqui, é comer fora.

Os restaurantes são em geral muito bons, preços justos e, com pratos enormes que, em sua maioria, servem a duas pessoas, tranquilamente.

ImageUm dos primeiros que conhecemos, e nos tornamos fã, foi o Tanta. Restaurante de origem Peruana, com duas filiais aqui. Tem no Costanera e no P. Arauco. Prefiro o do Costanera… Cardápio variado, com destaque para os ceviches e os piscos. O canelone de Centolla é imperdível! Durante a happy hour, eles têm um festival de Piscos, 2 x 1, em diversos sabores, muuito bom!

Também no Costanera, recomendo o Costamia, com seu aquário gigantesco e comida chilena à base de frutos do mar, o Avenue du Bois (café e bistrô, com a melhor torta de framboesa do mundo!), Café Melba (com seu ceviche ao leite de coco, divino!) e, o meu mexicano favorito, Tommy Beans (franquia em todas as praças de alimentação, onde vc arma o seu burrito: escolhe a carne, e agrega o resto).

O ceviche ao leite de coco, do Melba Café

O ceviche ao leite de coco, do Melba Café

O Costanera Center também tem excelentes restaurantes… Para mim, disparado é o Madam Tusan. Cozinha Chino-peruana, cuja especialidade são as tábuas ao shoyu. Polvo, mariscos, camarões, carnes e/ou legumes, cozidos à perfeição, com preço mais que justo.

Ao lado do Tusan, tem o Crepes & Waffles que, como o nome diz, é especialista em crepes e waffles. E baguettes, e sanduíches de pão de hoja e sorvetes.

Aliás, as sorveterias daqui não são tão boas como as de Buenos Aires, mas não ficam muito atrás, não. Depois digo as minhas preferências. E, Starbuck’s tem um em cada esquina. Com pão de queijo!!!

Voltando aos restaurantes… No Parque Arauco também está o Tony Roma’s (com desconto de 15% para turistas brasileiros – é só mostrar o passaporte na hora da conta!).  A especialidade da casa são as baby back ribs e as massas, cada uma com um molho mais maravilhoso que o outro. Dizem que os hamburgueres são divinos, mas com tanta coisa boa no menú, não perco meu tempo, não rsss

Panqueque de camarão

Panqueque de camarão

Outro favorito, de cozinha tradicional Chilena é o Del Beto. Sabe aquele restaurante que sempre que você vai, experimenta um prato novo e nunca se desaponta? É esse o caso. Já comemos carnes, pescados, camarões e tudo sempre está MUITO BOM. Ahhhhhhhhh e, para quem vai com criança, é um dos poucos que além do menu infantil (carne, acompanhamento e um sorvete por 3500 pesos – menos de 20 reais), também conta com parquinho e recreadora, ou seja, é um dos nossos favoritos! TOP! Dos três endereços disponíveis, o que mais gostamos é o de Vitacura.

Um outro programa gastronômico imperdível é o Borde Rio, complexo gastronômico em Vitacura, que conta com 11 restaurantes maravilhosos. Lá, sempre voltamos ao Due Torri, italiano, com um aquário, onde as crianças ficam acompanhando os chefs fabricando os canellonis, raviolis e demais massas recheadas.

Quem está perto do centro, não pode deixar de visitar o Ocean Pacific. Quem me acompanha pelo Face, já viu as fotos das dezenas de salões cuidadosamente decorados com temas marítimos. A comida é muito boa (deixa o Mercado Central no chinelo em qualidade e preço!).

Enfim, é muito restaurante bom pra um post só… depois faço outro!

Na proa do navio...

Na proa do navio…

Kidzania

Minha camerawoman

Minha camerawoman

Fomos hoje, de improviso,  a Kidzania. Explicar o que é esse lugar merece um post a parte,  então, pra resumir, é um parque no qual as criancas tem “emprego”, ganham seu próprio dinheiro e, com ele, fazem compras e participam de oficinas super legais. Dentre as muitas oficinas, temos: Chocolateur (da Nestlé), Pizzaiolo da Pizza Hut, fábrica de sorvetes, engarrafador de coca-cola, suco, iogurte, fábrica de marshmallows, fábrica de saladas de frutas, confecção de subs, de sashimi, pães especiais, enfim, pensou numa workshop, tem. E em todas, você leva seu “produto” pra casa, ou come lá mesmo rsss

É programa pro dia inteiro, mas como fomos de improviso, “só” ficamos 3 horas rssss O Parque funciona em dois turnos de 5 horas: das 10 às 15 e das 16 às 21h, Chegamos pouco depois de meio dia e só saímos meio que expulsas! 😉

E assim mesmo porque a última atividade que a Ciça escolheu, manicure, já estava vazia quando chegamos…

Ah, sim, as crianças também podem abrir uma “conta” no Banco de Chile, depositar suas notinhas de Kidspesos e, ganham um cartão magnético para sacar em outro dia! =D

Bombeira!

Ciça aprendendo sobre as atividades dos bombeiros ,

Chegamos ao Parque, já ficamos maravilhados com a estrutura, no subsolo do Parque Araucano, muuuito grande. Pegamos nossos bilhetes (idênticos aos bilhetes da LAN) e lá fomos nós. De cara, a Cica resolveu participar de um programa jornalistico e foi trabalhar como camerawoman num estudio de TV. Depois, enquanto ela esperava para a conhecer o ofício de veterinária, demos uma volta pelo segundo piso do parque e ela, empolgada participou das oficinas de chocolate (patrocinada pela Nestlé),  coca-cola, marshmallows (da Arcor) até que finalmente a fila para a clínica veterinária estava pequena e lá fomos nós.

Depois, pausa para tomar um suco e, lá fomos nós para a oficina dos bombeiros. Primeiro as crianças assistem a um vídeo sobre a profissão, requerimentos, materiais de segurança e equipamentos. Depois, a ação! Eles se vestem com casaca à prova de fogo, capacete e… atendem a um chamado de emergência. Sobrem num mini carro de bombeiros e lá se vão atrás do fictício incêndio. No caminho, um gatinho está preso em cima de uma árvore e o caminhão faz um pit-stop para resgatá-lo. Quem participa do resgate, não vai para o incêndio: um “hotel” com luzes simulando o fogo e, água de verdade, em mini-mangueiras de incêndio! E, enquanto elas estão apagando o fogo, mais sirenes e… lá vem a ambulância buscar os feridos! Sim, também há um mini-hospital, no qual as crianças têm três opções: cirurgia, obstetrícia e, emergência. Olha, só indo pra lá para entender como o negócio é maneiro!

Saímos da Oficina dos Bombeiros e, como ainda tínhamos alguns minutos antes do parque fechar, descobrimos:  rádio, mágica, teatro (com oficina de atores), caixa de supermercado, fotografia, jornalismo, frentista, seguradora, correios, motorista, empilhador e até um segurança do trabalho. Em todas as atividades, as crianças ganham seu salário, para poder ir às workshops e fazer lanches.

É muita coisa, um dia só não é suficiente, de jeito algum. É programa para voltar várias vezes. Abrir a conta do Banco, e disfrutar.

Ah, os pais só participam das atividades com as crianças menores de 3 anos…. Os demais, ficam do lado de fora observando, ou ficam num dos muitos restaurantes e bares disponíveis (com lanches preparados e servidos pelas crianças, claro!)

Marshmallows!!!

Marshmallows!!!

Imperdible!